De Onde Vem o Nome Das Bandas

Por Daniel Iserhard

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Aqui é Crazy Metal Mind, porra. #ousadia #alegria e #curiosidades.

Já discutimos nomes de bandas em um podcast MAS, hoje, falarei sobre origens curiosas de nomes de bandas conhecidas ou nem tão conhecidas assim, num clima meio #hypster. Segue a lista:

311 – (sim, é uma banda de rock alternativo) Esse número é o código da polícia de Omaha, nos EUA, para “exposição indecente”. O baixista P-Nut e amigos estavam nadando PELADOS numa piscina pública. Obviamente foram presos. Um amigo do baixista foi preso, algemado pelado e levado pra casa dos pais (era menor). Ele foi citado no código 311, conforme comentado ali em cima.

AUDIOSLAVE – Uma viagem louca do Chris Cornell, só pode, porque a versão oficial (dada pelo guitarrista Tom Morello) é que ele teve essa VISÃO do nome.

BLIND MELON – Segundo o baixista Brad Smith, o pai dele usava esse termo pra se referir a uns hippies que moravam numa comunidade próxima à casa deles. Faltou perguntar pro pai dele: “MAS PORQUE?”. Outros dizem (e parece fazer mais sentido), que é um jogo de palavras em homenagem ao bluesman Blind Lemon Jefferson.

ALICE COOPER – A origem, também um tanto pirada, é que a banda foi inspirada por um espírito que veio até eles enquanto faziam o jogo do copo, também conhecido como tabuleiro Ouija.

DEREK AND THE DOMINOS – Uma versão diz que foi uma casualidade: Aconteceu quando o nome provisório “Del and the Dynamos” foi lido errado. Já a biografia do Clapton diz que Tony Ashton falou pro Clapton chamar a banda “Del and the Dominos”, já que “Del” era como Tony chamava o Eric Clapton. Juntando o apelido DEL com ERIC, ficou DEREK e o nome final ficou então Derek and the Dominos.

EVANESCENCE – Os membros da banda contam que tiraram o nome do dicionário. Eles não curtiam os nomes anteriores “Childish Intentions” e “Stricken” e queriam um melhorzinho. Quando planejavam o logo da banda, com qualquer nome que achassem no dicionário, resolveram procurar na letra E, viram a palavra e acharam que daria um bom nome, também pelo significado, algo como “a natureza temporal da vida”.

FUGEES – Os pais dos membros da banda eram refugiados ou, em inglês, refugees.

GENESIS – O mais óbvio até o momento, vem do primeiro livro da bíblia, o Gênesis. O primeiro álbum da banda, inclusive, chamava-se “From Genesis to Revelation”. Vocês que leram a bíblia entenderam.

INXS – Os irmãos Farris esperavam que a música deles seria EM EXCESSO ou, em inglês, IN EXCESS, uma gíria pra ser MUITO BOA. Obviamente, é assim que soa a sigla INXS.

JEFFERSON AIRPLANE – Inspirados pelo bluesman Blind Lemon Jefferson é a história oficial. Mas, segundo outras fontes, o nome da banda é o mesmo que se usa para um pedaço de papel que segura a ponta de um cigarro de maconha, quando está muito pequeno, pra poder fumar sem queimar os dedos.

KAISER CHIEFS – O nome veio de um um time de futebol da África do Sul: Kaizer Chiefs Football Club. O time, que não existe mais, formou o clássico capitão do Leeds United, Lucas Rabede.

LIMP BIZKIT – Nome veio do cachorro BISCUIT do Fred Durst, que andava mancando (LIMP, em inglês). Aliás, cachorro manco combina bem com a banda.

MARILLION – Inspirado no livro do J.R.R. Tolkein’s ”Silmarillion” mas modificado pra não ter problema com direitos autorais.

NINE INCH NAILS – Trent Reznor diz que achou legal o nome porque podia abreviar facilmente. A banda é conhecida como NIN. Já outras explicações dizem que seria referência aos pregos de 9 polegadas (tradução literal de nine inch nails) que foram usados para crucificar Jesus ou ainda, as unhas do Freddy Krueger.

OZZY OSBOURNE – Ozzy era o apelido de infância do mr. Osbourne. Tipo Rômulo Metal.

PIXIES – Mais uma banda que escolheu o nome pelo dicionário. Eles curtiram a definição de Pixies que é “PEQUENOS ELFOS TRAVESSOS”.

QUIET RIOT – Em português significa “motim silencioso”. O amigo do Kevin DuBrow, da banda Status Quo, Rick Parfitt, disse que queria ter uma banda com o nome Quite Right (“Toda razão”). Kevin usou a ideia mas mudou ligeiramente dando um significado completamente diferente.

RUSH – Eles tavam com PRESSA (in a rush) pra achar um nome pra banda antes do primeiro show, quando o irmão do John Rustey disse “pq diabos não chamam a banda de pressa?”

SPIRIT – Antes era chamada de “The Spirits Rebellious”, o nome de um livro de Khalil Gibran. Depois apenas encurtaram o nome.

THREE DOG NIGHT – Inspirado num costume aborígene australiano de dormir com 3 cães em noites muito frias.

URIAH HEEP – O nome foi sugerido pelo produtor da banda, baseado num personagem do livro “David Copperfield” do Charles Dickens.

VELVET UNDERGROUND – Era o nome de uma revista sadomasoquista que um mebro da banda achou na calçada em Nova Iorque.

WHITESNAKE – Dizem que o Coverdale se inspirou em sua própria PIROCA. Ou que seria em homenagem à uma python albina que ele tinha. Ou os 2. Ou não.

YOUNG RASCALS – Inspirado pelos filmes dos anos 20 “Our Gang”, relançado na TV depois com o nome de “The Little Rascals”.

ZZ TOP – Billy Gibbons afirma que o nome é derivado da lenda do blues, BB King. Eles queriam originalmente ZZ King, mas ficaria muito na cara. Como o King era TOP (não preciso explicar isso, né?), eles optaram por ZZ TOP.

PodCast #188 – Warrant: Cherry Pie

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No 188º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Metal,  Daniel Iserhard e o colaborador do Patreon, Carlos Augusto Monteiro bateram um papo sobre o mais popular álbum do Warrant, analisando faixa a faixa.

Duração: 59 minutos.

Arte da Vitrine: Talles Garcia.

Comentado durante o podcast:

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Trilha sonora do podcast (na ordem):

*Warrant – Cherry Pie
*Warrant – I Saw Red
*Warrant – Blind Faith
*Warrant – Love In Stereo
*Warrant – Cherry Pie
*Warrant – Uncle Tom’s Cabin
*Warrant – Bed Of Roses
*Warrant – Sure Feels Good To Me
*Warrant – Love In Stereo
*Warrant – Blind Faith
*Warrant – Song And Dance Man
*Warrant – Your The Only Hell Your Mama
*Warrant – Mr. Rainmaker
*Warrant – Train Train

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5 Ótimos Documentários

Por Rômulo Metal.

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E aí, Headbangers, Hippies, Grunges, Punks, Góticos e pessoas de merda que leem essa bagaça! Hoje vim lhes trazer indicações, mas não de bandas e sim de outra coisa que aprecio muito, documentários! Farei 5 breves indicações de excelentes documentários sobre Rock, para aqueles que assim como eu, adoram saber mais sobre os artistas e suas obras.

1º – Metal: A Headbanger’s Journey:

Assisti-lo é tão fundamental para um rockeiro que indica-lo chega a ser clichê, mas como temos muitos leitores que ainda não o fizeram, fica a sugestão. Sam Dunn dirigiu com maestria este filme que trasmite toda a essência do Rock/Heavy, com entrevistas espetaculares das maiores estrelas do gênero.

 

2º – Searching For Sugar Man (Procurando por Sugar Man):

Esse é pouquíssimo conhecido e é um dos melhores que já assisti. Conta a inacreditável história de Sixto Rodriguez, um humilde trabalhador da contrução civil que não sabia que era um cantor famoso, mais conhecido até que Elvis e Stones do outro lado do oceano. E de quebra tu ainda vira fã de um baita músico!

 

3º – Rush: Beyond The Lighted Stage:

Apesar de ser mais indicado para fãs do Rush, ele vai encantar qualquer um. Conta toda a história da banda, desde seus primórdios, e te deixa a par de situações peculiares e fantásticas que a banda passou ao longo de sua carreira.

 

4º – Anvil: The Story Of Anvil:

Aclamado pela critica, o documentário conta a história da banda de Heavy Metal, Anvil. Mostrando como pode ser dura a industria da música e como bandas podem ser esquecidas no tempo. Emocionante, indicado para todos que tem/querem ter uma banda.

 

5º – Lemmy: 49% Motherf**ker, 51% Son of a Bitch:

Excelênte documentário para conhecer uma das mais incríveis figuras do mundo do Rock. O documentário não mostra apenas o rockstar, mas sim o ser humano e incrivelmente o PAI, Lemmy Kilmister.

 

Espero que apreciem esta 5 obras e se emocionem tanto quanto eu. Outro dia volto com mais alguns documentários e fiquem a vontade para deixarem suas indicações nos comentários.

PodCast #187 – The Killers

Para ouvir online basta dar play, para fazer o Download, clique com o botão direito do mouse em “Download” e vá em “Salvar Link Como”.

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No 187º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Metal,  Daniel Iserhard e Natália Winter conversam sobre toda a carreira do The Killers, passando por cada um dos 4 álbuns.

Duração: 55 minutos.

Arte da Vitrine: Talles Garcia.

Comentado durante o podcast:

*Colabore com o PATREON do Crazy Metal Mind: https://www.patreon.com/crazymetalmind

*Grupo do CMM no Facebook: https://www.facebook.com/groups/1492456107698941/

Trilha sonora do podcast (na ordem):

*The Killers – Somebody Told Me
*The Killers – Mr. Brightside
*The Killers – Read My Mind
*The Killers – Human
*The Killers – Miss Atomic Bomb
*The Killers – All These Things That I’ve Done
*The Killers – When You Were Young
*The Killers – Spaceman
*The Killers – Here With Me

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Toots Hibbert

Por Daniel Iserhard

Alguns devem estar se perfuntando: “Quem?”. Pois trata-se de Frederick Nathaniel "Toots" Hibbert , vocalista da banda de reggae jamaicana Toots & the Maytals, fundada em 1963 e ativa até hoje.

O sr. Toots tem hoje 72 anos. O legal é que a banda é da época que não havia ainda todo o estereótipo regueiro, é um clima totalmente diferente, é original e é bom demais. Já de antemão peço que dêem chance ao reggae, se dispam dos preconceitos e dos conceitos formados pelo estereótipo rastafari.

O cara, muito menos conhecido do que deveria, tem uma belíssima voz: foi escolhido pela Rolling Stone como um dos 100 melhores cantores de todos os tempos e foi comparado a Otis Redding algumas vezes.

Vocês que acompanham o CMM sabem a devoção que temos pelo Otis, já citado inúmeras vezes em nossos podcasts e homenageado com um post. Então essa comparação já apresenta uma bela credencial.

Apesar de pouquíssimo conhecido por aqui, esse sr. e sua banda  já ganharam um Grammy de melhor disco de reggae, em 2004, com “True Love”. Esse belíssimo álbum teve participações de ninguém menos que Willie Nelson, Eric Clapton, Jeff Beck, Ben Harper e Keith Richards

Toots ainda participou no recente tributo ao Paul McCartney “The Art Of McCartney”, cantando “Come And Get It”

Como eu não vim aqui contar a história de vida dele, deixo vocês com alguns momentos da carreira:

“54-46 That’s My Number” ganhadora do prêmio de melhor música de um festival jamaicano, nessa versão ao vivo de 1975:

 

Monkey man primeiro hit internacional, em 1970 e música que ficou conhecida também na voz de Amy Winehouse. Em 2004 foi regravada no belíssimo “True Love”, com o No Doubt. Esse vídeo é do mesmo festival de 1975:

 

Por último, um vídeo ao vivo dele cantando em 2010. E chutando muitas bundas com “Funky Kingston”:

 

Se tu chegou ao final dos 3 vídeos e não ficou fã da voz desse cara, desisto.

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