Show Nheengatu do Titãs

Por Rômulo Metal.

Assim como meu primeiro CD de rock aos 12 anos de idade e meu primeiro show aos 15, o Titãs se faz presente mais uma vez em minha vida sendo minha primeira credencial de imprensa graças a este maravilhoso site.

Com apenas 10 minutos de atraso o Titãs entra as 21h10 do dia 04/09 no palco do Teatro Feevale em Novo Hamburgo/RS para apresentar seu novo show de divulgação do mais recente trabalho, o álbum Nheengatu.

Caso você querido leitor ainda não tenha escutado este belíssimo álbum, recomendo agressivamente que o faça o mais rápido possível. Ainda pretendo fazer um post (talvez um podcast) sobre o CD, então não falarei muito sobre ele, apenas que o Titãs deixou de lado suas baladas românticas e voltou a era do Cabeça Dinossauro. O Nheengatu é uma porrada do inicio ao fim, tanto o instrumental quanto as letras, ambos são um soco na cara da sociedade.

Como essa nova fase do Titãs é deveras agressiva, o show não poderia ser diferente. A banda toca a primeira metade do espetáculo usando máscaras (uma mistura de Kiss com Misfits) e largam logo de cara 6 músicas do álbum novo na sequencia, para então aparecer com o primeiro clássico da noite, a empolgante “Polícia”. Isso foi um fato curioso, a banda tocou (se não me perdi nas contas) 10 músicas novas, algo raro hoje em dia, principalmente se tratando de uma banda com mais de 30 anos de carreira e dezenas de clássicos, porém, para mim ao menos isso não prejudicou o show, pelo contrário, só fez ficar mais interessante ainda devido a qualidade das músicas novas.

Outra escolha desta turnê foram as músicas antigas, o Titãs não tocou nenhuma de suas baladas, um show com exatas 1h30 de duração e apenas com porradas, o que deve ter decepcionado as senhorinhas que foram esperando ouvir “Epitáfio”, “Enquanto Houver Sol” e coisas do tipo. Aliás, este foi o único “problema” que vi no show. Por se tratar de um Teatro (ingressos mais caros que o normal e ambiente mais elegante), o público era muito mais elitizado e o número de pessoas idosas era bem alto, logo, o show praticamente PUNK que o Titãs apresentou pode ter assustado esse pessoal. A mim só incomodou o fato (por ser Teatro) de ter que assistir o show sentado (façam este teste, amigos, coloquem músicas como “Estado Violência” e “AAUU” no volume máximo e tentem ficar parados, sentadinhos, é um desafio e tanto). Entretanto, o som e acústica do Teatro Feevale é orgásmico, áudio impecável, uma experiência sonora das mais empolgantes.

Algo que me deixou emocionado e ao mesmo tempo chateado pela sacanagem que o público fez com o Titãs foi que todos assistiram o show inteiro sentados em suas poltronas, até que no BIS a banda volta tocando “Aluga-se” do mestre Raulzito e então o teatro inteiro levanta e começa a pular e dançar cantando o hino em uníssono.

Enfim, show espetacular, álbum espetacular, músicas espetaculares, recomendo a todos que comprem o Nheengatu na loja mais próxima de você e que se tiverem oportunidade assistam ao show. Mas vá sabendo que não ouvirá baladas de amor e sim será apedrejado com verdades fortes.

Não posso falar muito sobre a organização do show, fui com credencial de imprensa e para mim foi tudo tranquilo, rápido e organizado. Acredito que foi assim para todos, pois não vi nenhum tumulto e ninguém se incomodando com nada lá dentro. Do meu ponto de vista os organizadores estão de parabéns. Aliás, agradecimento especial ao Grupo Sinos e ao MOVi por terem possibilitado esta cobertura.

PodCast #158 – Johnny Cash

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No 158º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Metal,  Daniel Iserhard e Cassiano Becker batem um papo sobre a vida e obra do Homem de Preto. Conversam também sobre o filme I Walk the Line, baseado na vida de Cash.

Duração: 68 minutos.

Arte da Vitrine: Talles Garcia.

Trilha sonora do podcast (na ordem):

*Johnny Cash – Folsom Prison Blues
*Johnny Cash – Personal Jesus
*Johnny Cash – Flesh And Blood
*Johnny Cash – I Walk The Line
*Johnny Cash – The Man Comes Around
*Johnny Cash – Man In Black
*Johnny Cash – Ain’t No Grave
*Johnny Cash – Ring Of Fire
*Johnny Cash – Solitary Man
*Johnny Cash – You Are My Sunshine

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PodCast #157 – Pink Floyd: Animals

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No 156º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Metal,  Daniel Iserhard, Cassiano Becker e Marcel Pfutz batem um papo sobre o álbum Animals do Pink Floyd, conversam sobre o conceito, gravação, capa e analisam faixa por faixa.

Duração: 52 minutos.

Arte da Vitrine: Talles Garcia.

Trilha sonora do podcast (na ordem):

*Pink Floyd – Pigs (Three Different Ones)
*Pink Floyd – Dogs
*Pink Floyd – Sheep
*Pink Floyd – Pigs On The Wing Part I
*Pink Floyd – Dogs
*Pink Floyd – Pigs (Three Different Ones)
*Pink Floyd – Sheep
*Pink Floyd – Pigs On The Wing Part II

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NOFX

Por Paolla Dias.

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Agora formada e com tempo livre, volto para ‘falar’ de mais uma banda que marcou minha pré-adolescência (e me acompanha desde então): NOFX.

Surge em 1983 em Los Angeles, pulando os ‘vais e voltas’ de integrantes da banda, atualmente, ela é constituída por: Mike Burkett (ou o famoso Fat Mike, baixista e vocalista), Erik Sandin (baterista), Eric Melvin (guitarrista) e Aaron Abeyta (mais conhecido como El Hefe – guitarrista).

O nome é baseado no da banda de punk rock Negative FX, ou seja, NOFX seria algo como sem efeito (no effects). Para saberem a história completa, acessem: http://www.nofxofficialwebsite.com/history/history.shtml

Agora vamos falar de música! O som é uma mistura de Ska com Punk Rock/Hardcore. As letras abordam temas sérios, como politica, religião e problemas sociais, porém, com muito humor. Quem conhece a banda, sabe o quanto eles realmente representam o underground, mesmo sendo bastante conhecida, ainda gravam seus álbuns com selos independentes. Bem raro também encontrar entrevistas deles, ou participações em programas de televisão ou rádios.

 

A banda, nesses 31 anos de estrada, tem 12 álbuns de estúdio, 2 álbuns gravados ao vivo, 3 álbuns split e 4 compilações. Ganharam notoriedade em 1991 com o álbum Ribbed, mas seu recorde de vendas é o Punk in Drublic de 1994.

Momento TV FAMA: A MTV nessa época, começa pedir videoclipes, eram oferecidos contratos, mas a banda recusou as ofertas. Inclusive, nos agradecimentos de um de seus álbuns, está escrito: ‘Não agradecemos a MTV, pare de nos tocar’. Entre outras ‘gratidões’ do tipo para grandes gravadoras, rádios comerciais e empresários da área, que de alguma forma, tentaram (e tentam) subornar os princípios da banda.

Agora pessoalmente, o primeiro álbum que me recordo de ouvir e que até hoje está nos meus favoritos, é o de 1997: So long and thanks for all the shoes. Não é dos mais vendidos, mas foi o primeiro onde eles começaram a incluir elementos do Ska nas músicas. O nome do álbum faz referencia ao livro de Douglas Adams, da série O guia do mochileiro das Galáxias: So long, and thanks for all the fish (Até mais, e obrigado pelos peixes).

Os sapatos (shoes), mencionados no título do álbum, seriam os perdidos que os fãs “bombardeiam” no palco durante os shows.

 

O mais recente álbum, Self Entitled, foi lançado em 2012, como um retorno às raízes agressivas do início punk da banda. Os assuntos do álbum continuam os mesmos, problemas sociais, política e religião, porém, Fat Mike (que escreveu as letras) trás uma novidade: sadomasoquismo.

Momento TV FAMA 2: O integrante em questão divorciou-se de sua esposa para viver sua nova “escolha” intensamente, e seria esse um dos motivos para que o sexo também seja um dos temas.

Independente da escolha sexual, o álbum tem um humor mais ‘coeso’. A maioria das letras mostra uma visão bem pessoal de Fat Mike, trazendo uma sensação mais intimista, no geral.

 

Fica aqui então mais uma dica de banda, caso não conheçam. Espero um dia gravarmos um podcast sobre também!

Dúvidas, sugestões, críticas, pedidos de conteúdos a serem escritos serão aceitos!

Até a próxima!

PodCast #156 – Bebendo Com As Divas Nº3 (Álcool)

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Vitrine Bebendo Com As Divas Nº3

No 156º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Metal,  Daniel Iserhard e Talles Garcia enchem a cara e conversam sobre álcool, bebidas, porres e ressacas.

Duração: 54 minutos.

Arte da Vitrine: Rômulo Konzen.

Trilha sonora do podcast (na ordem):

*Matanza – Estamos Todos Bêbados
*The Devil Makes Three – Old Number Seven
*Wander Wildner – Mares de Cerveja
*The Dubliners – Whisky In The Jar
*Nazareth – Hair Of The Dog
*Guns N’ Roses – Nightrain
*Gogol Bordello – Alcohol
*AC/DC – Have A Drink On Me
*The Doors – Alabama Song (Whiskey Bar)
*Ramones – Somebody Put Something In My Drink

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