Um Banquinho e Um Violão.

Por Rômulo Metal.

E aí, headbangers, hippies, grunges, punks, góticos e pessoas de merda que leem essa bagaça! Hoje vim com o objetivo de compartilhar com vós alguns artistas que venho apreciando cada vez mais. Reparei que ultimamente tenho ouvido muitos músicos que são apenas voz e violão, então resolvi fazer esse post para apresentar 3 artistas que ao meu ver deveriam ser mais conhecidos (apesar de que mencionarei apenas músicos consagrados), espero que ao final vocês comentem e me indiquem mais belos artistas.

Richie Havens:

Este senhor é o cara que abriu o Woodstock, além de ter este belo feito no currículo o maluco toca violão como poucos! Deixo-lhes a preciosidade Freedom para degustação:

 

Cat Stevens:

Com uma pegada mais hippie temos o sensacional Cat Stevens, o rapaz possui inúmeras obras de arte em sua discografia, normalmente baladinhas calmas e sensíveis. Apesar da mais famosa ser Wild World deixarei pra vocês Morning Has Broken:

 

Jim Croce:

O Jim já cai muito mais pro country mas também é outro músico espetacular. Conheci ele ao assistir o filme Django do Tarantino, onde a canção I Got A Name faz parte da trilha.

 

Indico apenas estes 3 por hoje pois cada um deles tem muitas músicas dignas de uma audição atenciosa, qualquer dia apareço com mais artistas do gênero. Não esqueçam de comentar aqui em baixo quais seus músicos favoritos quando se fala de voz e violão. Até a próxima, amigos.

PodCast #143 – Conversa de Saloon Nº15 (Far From Alaska)

Para ouvir online basta dar play, para fazer o Download, clique com o botão direito do mouse em “Download” e vá em “Salvar Link Como”.

Capa Saloon 15

No 143º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Metal, Daniel Iserhard e Joice Cantini batem um papo divertido sobre as últimas notícias do mundo do Rock e indicam uma excelente banda nacional.

Duração: 57 minutos.

Arte da Vitrine: Rômulo Konzen.

Comentado durante o Podcast:

Site da Far From Alaska: http://www.farfromalaska.com/

Trilha sonora do podcast (na ordem):

*Far From Alaska – Deadmen
*Far From Alaska – Dino Vs Dino

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Defendendo a Farofa.

Por Rômulo Metal.

E aí, headbangers, hippies, grunges, punks, góticos e pessoas de merda que leem essa bagaça! Hoje estou aqui para defender o Hard Rock, em especifico o Glam Metal das acusações que alegam que o gênero se preocupa mais com a aparência e visual do que com a música. Farei uma analise histórica e social para tentar provar que quem acredita nisso não passa de um preconceituoso, ou pelo menos, incoerente como fã de Rock.

Para situar quem não é familiarizado com o gênero, o Glam Metal surgiu nos anos 80, derivado do Glam Rock, e é vitima de muito preconceito devido seu estilo visual, que de todos os subgêneros do Rock, é o mais andrógeno, espalhafatoso e afeminado.

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Bom, para começar devemos lembrar que o Rock nunca se tratou apenas de música, qualquer fã ou pessoa que conheça um mínimo de história da música sabe que apesar de ser um gênero musical, o Rock N’ Roll transcendeu isso, sempre foi uma forma de expressão contra cultura, uma válvula de escape da juventude, uma forma de desafiar a sociedade e empurrar o limite das pessoas. Desde sempre o Rock veio para incomodar e causar desconforto aos conservadores.

Corroborando com isso temos Elvis Presley, que aos nossos olhos hoje não tem nada de agressivo ou indecente, mas no seu tempo, nos anos 50, onde a sociedade americana era altamente conservadora, nosso querido rei era censurado nos canais de TV, que filmavam apenas o tronco do rapaz para que as criancinhas e as famílias de bem não vissem a cintura sensual do moço em movimento.

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Logo mais nos ano 60 temos os Beatles, 4 rapazes moldados para serem objeto de desejo das garotinhas da época. Além de músicos de qualidade eram rostinhos bonitos.

Com o passar dos anos, o limite das pessoas vai sendo empurrado cada vez mais. Nos anos 70 é preciso mais do que uma cintura serelepe para chocar as senhorinhas, temos o Led Zeppelin, que traz na frente Robert Plant com suas partes intimas deveras esmagadas pela calça colada e uma atitude de palco absurdamente sensual e provocativa para os padrões da época.

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Na mesma década ainda tínhamos David Bowie, que chutou o balde no quesito androgenia e esquesitice.

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Ainda nos anos 70 chegou o Punk Rock, que mais do que um visual agressivo trazia junto músicas simplíssimas e altamente pobres quando se fala de técnica musical.

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Então nos anos 80 eis que surge o Glam Metal, que não faz nada além do que dar sequencia ao visual agressivo que cresce exponencialmente ao passar dos anos. Analisando o rumo que as bandas iam tomando, a aparência afeminada do Glam é totalmente compreensível e faz todo o sentido quando observado o fator “causar incomodo a sociedade conservadora”.

Porém desta vez isso é encarado de forma pejorativa pelo público rockeiro. Aparentemente o Led Zeppelin e o David Bowie podiam se vestir de forma afeminada pois são grandes músicos, enquanto o Glam Metal é um estilo bastante simples e não requer grandes conhecimentos musicais. Mas e o Punk? Okay, o punk não era afeminado, mas a aparência importava tanto quanto no Glam, e musicalmente era mais simples ainda.

É obvio que devido ao sucesso comercial do Glam, diversas bandas ruins vieram na carona, como acontece em qualquer outro gênero que faz sucesso. Porém, isso não tira a autenticidade e o valor do estilo.

Vale lembrar também que dentro do Glam Metal pode-se encontrar músicos excelentes, como Billy Sheehan (Mr. Big) que é um dos melhores baixistas do planeta, Miljenko Matijevic (Steelheart) que é um vocalista excepcional, Nuno Bettencourt (Extreme) um guitarrista espetacular, entre tantos outros.

Um fato que o povo anti-glam costuma utilizar a seu favor sempre é a audição que a banda Poison fez para escolher um novo guitarrista, onde o Slash (Guns N’ Roses) foi recusado, pois o adversário CC Deville combinava mais com a banda visualmente apesar de ser um guitarrista inferior. Analisemos está escolha utilizando à lógica e encarando a banda como um negócio:

De um lado você tem um guitarrista muito bom, que toca super bem, sua técnica e habilidade são inquestionáveis, e do outro lado tem um guitarrista bom, que faz tudo que sua banda precisa (afinal, o Poison não exige muito de um guitarrista) e, além disso, tem presença de palco e possui o visual que combina com a banda. A meu ver, lembrando que o Rock nunca se tratou apenas de música e a imagem conta muito (apesar de não ser o principal), a escolha é entre um guitarrista que toca super bem, e um guitarrista COMPLETO. Para mim parece fácil decidir.

Normalmente fãs de Thrash Metal são os que mais torcem o nariz pro Glam, porém, é fácil explicar porque as bandas de thrash não se vestiam de forma espalhafatosa, porque O SOM já era agressivo o bastante e já fazia o papel de empurrar os limites das pessoas. E ainda assim haviam bandas como o Venom que pareciam praticantes de sadomasoquismo em palco.

                       01-CenarioPoss

 

Se isso tudo ainda não te convenceu, repare que até as bandas que não possuem presença de palco ou não se vestem de forma chamativa (vide Pink Floyd) acabam apelando para algum artificio visual, sejam fogos, telões, palcos gigantescos ou qualquer coisa que o valha. São pouquíssimas as bandas que ignoram completamente o visual e focam-se somente na música, normalmente são bandas de rock progressivo onde os músicos são praticamente deuses em seus instrumentos.

Fazendo esta breve analise, sem precisar se estender muito, percebe-se que o visual sempre foi importante em todas as vertentes do rock, independente se os estilo exigia músicos altamente habilidosos ou adolescentes fazendo 3 acordes e xingando a rainha. Então, se tu não gosta do Glam Metal, tudo bem, gosto é algo muito pessoal, porém, faça o favor de não falar GROSELHA dizendo que a farofa da mais atenção pro visual do que para a música, a atenção que eles dão é a mesma que teus ídolos, a diferença é que a época era outra, e a forma de desafiar as “regras” da sociedade eram outras.

Se você discorda do que foi dito neste post, sinta-se a vontade para comentar aqui em baixo, afinal, a discussão é sempre saudável.

PodCast #142 – The Black Crowes

Para ouvir online basta dar play, para fazer o Download, clique com o botão direito do mouse em “Download” e vá em “Salvar Link Como”.

Capa Black Crowes

No 142º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Metal, Daniel Iserhard, Douglas Renner e Thiago Mendes batem um papo divertido sobre a carreira e obra do Black Crowes.

Duração: 62 minutos.

Arte da Vitrine: Rômulo Konzen.

Trilha sonora do podcast (na ordem):

*The Black Crowes – Remedy
*The Black Crowes – Good Friday
*The Black Crowes – Wiser Time
*The Black Crowes – Hard To Handle
*The Black Crowes – Kickin’ My Heart Around
*The Black Crowes – Sting Me
*The Black Crowes – Only A Fool
*The Black Crowes – By Your Side
*The Black Crowes – She Talks To Angels
*The Black Crowes – A Conspiracy

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PodCast #141 – Poison: Look What The Cat Dragged In

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Capa Poison

No 141º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets Rômulo Metal, Daniel Iserhard e Henrique Machado (http://www.trocaodisco.com.br/) batem um papo sobre o primeiro álbum do Poison, analisando o contexto da cena Glam da época e comentando faixa por faixa.

Duração: 63 minutos.

Arte da Vitrine: Rômulo Konzen.

Trilha sonora do podcast (na ordem):

*Poison – Talk Dirty To Me
*Poison – Play Dirty
*Poison – Want Some, Need Some
*Poison – #1 Bad Boy
*Poison – Cry Tough
*Poison – I Want Action
*Poison – I Won’t Forget You
*Poison – Look What The Cat Dragged In
*Poison – Blame It On You
*Poison – Let Me Go To The Show

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