PodCast #108 – Conversa de Saloon Nº12 (Daydream XI)

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No 108º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets, Metal, Daniel, e Lolla conversam sobre as últimas noticias do mundo do Rock, e indicam uma banda de Prog Metal. Descubra se um baixista pode dar comunicados oficiais. Os 20 melhores solos do Rock. E aprenda a fofocar com Sebastian Bach e Nikki Sixx.

Duração: 62 minutos.

Arte da Vitrine: Talles Garcia.

Comentado durante o podcast:

Daydream XI – (Fanpage / Youtube).

Capa Beatles Live at BBC 2.

Trilha sonora do podcast (na ordem):

*Daydream XI – The Guts Of Hell
*Daydream XI – Travel Through Time

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Stoner Rock

Por Cassiano Becker.

Kyuss In The Desert

Baseado nos clássicos, um estilo moderno e de características marcantes.

Sujo, arrastado. Pesado.

Nascido no fim dos anos 80, bebendo do Hard Rock, do Heavy Metal e de tudo que seja alcoólico ou alucinógeno. O Stoner é tão árido quanto o deserto que lhe dá projeção.

Antes das caminhonetes cruzarem as estradas poeirentas da Califórnia, guitarras cheias de fuzz já ressoam riffs marcantes à la Led ou Sabbath. Adicione na mistura fortes linhas de baixo e bateria pegada. O gênero nem tem um nome, mas bandas de metal, como a Voivod, já fazem algo que mais tarde será chamado de Stoner.

O norte dos EUA recebe chuva e jovens de camisa de flanela e calças rasgadas no apogeu do grunge de Seattle. No calor do sul, os desertos tem geradores à gasolina, algumas bandas e festas regadas a cerveja e rock n’ roll. Foi cuspindo areia e fedendo a combustível que o "rock chapado" tomou ácido e forma. Seu nome, Kyuss.

Kyuss – pais do gênero.

 

Enquanto dura, entre 87 e 95, o Kyuss (repita comigo: Caius) criou muitos dos parâmetros que se tornaram o norte do gênero. Sim. Há a alegada influência de Black Sabbath (ver Into the Void é como viajar no tempo), Blue Oyster Cult e Hawkwind. O estilo psicodélico da guitarra plugada em amps de contrabaixo e o som marcado, mas aberto a experimentalismos, é que dá à banda o destaque na cena de Palm Desert. Do entra e sai de integrantes que culmina no fim da grupo, diversos novos projetos surgem. Fu Manchu, Eagles of Death Metal, Mondo Generator, Slo Burn e o nome de maior sucesso comercial: Queens of the Stone Age.

Queens of the Stone Age – banda de maior projeção do stoner.

 

De início, formado totalmente por ex-membros do Kyuss, o QotSA leva a sua parte mais importante. É o estilo do guitarrista Josh Homme que dava cara ao som dos pioneiros do stoner. Essa mesma originalidade tira o gênero da areia quente de Palm Desert e o impulsiona entre as bandas do mainstream. Mas o movimento não vive de uma cara só.

Truckfighters – referência do gênero na Europa.

 

Utilizando das mesmas referências ou se inspirando nos primeiros nome do gênero, muitos outros bons nomes podem ser citados. Nomes como The Sword, Truckfighters, Colour Haze e Red Fang. No Brasil, temos Rinoceronte e Black Drawing Chalks. Mesmo saindo do sul californiano, levam o rótulo do stoner. Todos atribuindo uma pitada particular de peso e psicodelia.

Black Drawing Chalks – Pegada que ecoa de Goiás.

 

O gênero toma o mundo. Suas referências em clássicos e produção retrô ganham espaço entre entre aqueles que cultuam o rock setentista. Não mais entre as dunas, o estilo permite-se viajar. Misturar-se a novas técnicas. Solidificar-se entre os termos comuns do bom rock n’ roll.

PodCast #107 – Raimundos

Para ouvir online basta dar play, para fazer o Download, clique com o botão direito do mouse em “Download” e vá em “Salvar Link Como”.

Vitrine Podcast Raimundos

No 107º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets, Metal, Daniel, Cassiano e Murilo conversam sobre a carreira e obra de uma das maiores bandas nacionais, o Raimundos. Conheça Zenilton do Forró. Aprenda a fazer Rock Cabra Macho. E Descubra como ser genial e simples ao mesmo tempo.

Duração: 77 minutos.

Clique AQUI para comprar CD’s e DVD’s do Raimundos no Seu Saraiva!

Arte da Vitrine: Rômulo Konzen.

Comentado durante o podcast:

Versão original de “20 e Poucos Anos” do Fábio Jr.

Crowdfunding do CD Cantigas de Roda.

Trilha sonora do podcast (Nem sempre a música tocada pertencia ao álbum discutido no momento):

*Raimundos – Puteiro Em João Pessoa
*Raimundos – Esporrei Na Manivela
*Raimundos – Palhas do Coqueiro
*Raimundos – Esporrei Na Manivela
*Raimundos – Tora Tora
*Raimundos – Eu Quero Ver O Oco
*Raimundos – Me Lambe
*Raimundos – Deixa Eu Falar
*Raimundos – Reggae Do Manero
*Raimundos – 20 e Poucos Anos
*Raimundos – Fique! Fique!
*Raimundos – Joey
*Raimundos – Mas Vó
*Raimundos – I Saw You Saying (That You Say That You Say)
*Raimundos – Opa! Peraí, Caceta

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Monstros do Rock #02 – Pink Floyd

 

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The Distillers

Por Paolla Dias.

Mais uma postagem da resistência feminina aqui nesse site comandado por homens que pretende mostrar que Rock não é só pro seu namorado!

Hoje não falarei de moda, começarei a apresentar também algumas bandas que talvez muitos saibam por nome e nunca foram atrás para conhecer melhor. A escolhida da vez foi à banda de Punk Rock The Distillers, formada em 1998 por Brody Dalle e Mat Young.

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Lançaram seu primeiro albúm “The Distillers” em 2000, com exceção de Girlfixer, as demais músicas foram escritas por Brody. Sob selo independente da Hellcat Records, propriedade de Tim Armstrong (sim, o guitarrista e vocalista da banda Rancid).

 

 

A vocalista, musa (sou fãzinha mesmo tô nem ai!) e ‘líder da banda’ Brody Dalle, era a típica garota revoltada que fazia questão de expor tudo que pensava e sentia em suas músicas, e porque não, na maneira de agir e vestir. Nasceu na Austrália em janeiro de 1979, desde cedo teve que enfrentar problemas familiares. Ela mesma declarou ter sido uma criança triste, ainda na infância assistiu sua própria mãe expulsar seu pai de casa, que logo se casou novamente com outro homem. Brody se sentia deprimida e incomodada em casa, passou a fugir e ficar na rua. Ainda na adolescência começou se drogar e por consequência, a ir mal na escola, com isso o relacionamento de mãe e filha só piorava. Cresceu ouvindo The Go Go’s, Cyndi Lauper, Nirvana, Sonic Youth, mas é nessa época que sua banda Punk favorita a é apresentada, Discharge. Impressionada com as letras e a atitude agressiva, Brody se identifica com o estilo e o adota, e é nesse momento que tem a ideia de montar sua própria banda. Com 18 anos ela se muda para Los Angeles e passa a viver com seu marido, Tim Armstrong (sim, o mesmo carinha da Hellcat que mencionei acima), e em seguida funda The Distillers.

Em meados de 2003 ela acaba se separando de forma conturbada de Tim e assume seu romance com Joshua Homme, do Queens of Stone Age, com o qual hoje em dia é casada e tem dois filhos.

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Ok, agora que contei a história dela e por consequência da fundação da banda, vamos voltar aos álbuns!

A banda passou por várias mudanças na formação, fizeram diversas excursões com outras bandas grandes, participaram de festivais de música e lançaram 3 álbuns. O segundo foi lançado em junho de 2002 “Sing Sing Death House”, ainda sob selo da Hellcat. O álbum tem uma visão mais politica e traços autobiográficos, Sick Of It All, The Young Crazed Peeling e City of Angeles, por exemplo, falam de como o punk rock salvou a vida deles, que a música foi uma forma de expressar seus sentimentos e raivas, além de contar partes de suas vidas. Já músicas como Seneca Falls, Young Girl e Lordy Lordy tratam resumidamente sobre os direitos das mulheres, mas claro, tudo sob a ótica e forma de se expressar de Brody.

 

Em outubro de 2003 é lançado “Coral Fang”, a maioria das músicas tratam sobre sangue, assassinato, estupro, amor, desgosto e ódio. O álbum já inicia com Drain the Blood, a música é uma explosão de Brody! As letras continuam com peso pessoal e tendo referencias no passado dela, mas agora inclui eventos como seu divórcio com Tim e os últimos anos de sua vida.

Após a saída de dois integrantes, Brody ainda se pronunciou que a banda continuaria, porém, em 2006, grávida de sua primeira filha ela anuncia o hiato que permanece até hoje.

Espero que tenham gostado da banda escolhida e de conhecer um pouco de sua história, infelizmente não se há noticias e nem esperanças de retorno.

Dúvidas, sugestões, críticas, pedidos de conteúdos a serem escritos serão aceitos! Mas sem mimimis nos comentários se não rola soco na cara, já aviso!

Até a próxima!

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