Monstros do Rock #01 – Black Sabbath

Monstros do Rock é um mini documentário onde o Crazy Metal Mind presta sua homenagem a bandas consagradas. Não esqueça de curtir o vídeo e de inscrever-se no canal. Vídeo nova toda quinta-feira.

Clique AQUI para acessar o canal no youtube e conferir os outros vídeos.

A Cara do Grunge

Por Paolla Dias

Mais uma postagem da resistência feminina aqui nesse site comandado por homens que pretende mostrar que Rock não é só pro seu namorado!

Vamos ao tema de hoje!

1085315_485688544852936_740251498_n

Camisa xadrez, jeans surrado, all star, coturno, camiseta de banda, sobreposições… Já viram e até usaram essas combinações, não é mesmo? Há mais ou menos 20 anos atrás, isso ia além de uma simples escolha de “look”, o Grunge era um estilo de vida!

1081892_485688884852902_1698914772_n

O Grunge surgiu em Seattle, nos Estados Unidos, no final da década de 80, influenciado pelo punk rock, rock alternativo e heavy metal. Como todo grande movimento musical, também acabou influenciando as atitudes, a forma de ser e se vestir dos jovens. Mas somente na primeira década de 90 é que o Grunge realmente se tornou conhecido, principalmente pelo lançamento dos álbuns Nevermind, do Nirvana e Ten, do Pearl Jam.

                                  1080217_485688634852927_195028761_n

O movimento foi como um ataque à moda yuppie (o termo yuppie é usado para caracterizar jovens profissionais, de classe média/alta, que trabalham e seguem as tendências de moda, ou seja, os ‘engomadinhos’) e aos excessos do movimento glam metal e hard rock.

1078388_485688904852900_709438221_n

O estilo ‘anti-star’, simples e despojado dos artistas, sem a mínima pretensão deles, foi rapidamente incorporado pelos fãs. O visual consistia em roupas com aspecto de velhas (ou realmente velhas, de brechós) sobrepostas, calças rasgadas, camisas de flanela, camisetas de banda, moletons, macacões, sapatos gastos, botas, suéteres velhos, cabelos compridos (com aspecto de sujo), beirando (pra ser delicada) o desleixo.

grunge 4

Atualmente o estilo passou por uma repaginada e foram incorporados elementos de outros estilos. Atrevo-me a descrever o ‘neo grunge’ como grunge de boutique, não entendam como ofensa, tem a mesma essência visual, mas está mais arrumadinho. Novas peças chaves foram acrescentadas como os coturnos, os creepers, shorts (principalmente de cintura alta), acessórios como toucas, boinas e bonés, entre outros.

Vou parar de blablabla e mostrar algumas imagens para que me entendam…

1079230_485688908186233_770115984_n

Apesar de até hoje termos reflexos na música e na moda, a força do grunge foi indo embora junto com os anos 90, porém algumas das bandas que faziam parte da linha de frente do movimento a vinte anos atrás, como Alice in Chains e Pearl Jam, ainda continuam na ativa.

Se gostam ou gostaram de saber um pouquinho mais sobre este estilo musical, há o documentário Hype! de 1996 que fala sobre o fenômeno grunge. Nele participam artistas, fãs e outros personagens que fizeram parte da história desse movimento.

Link youtube: http://www.youtube.com/watch?v=sisyoKHxLFY

Dúvidas, sugestões, críticas, pedidos de conteúdos a serem escritos serão aceitos! Mas sem mimimis nos comentários se não rola soco na cara, já aviso!

Até a próxima !

PodCast #101 – Metallica: Ride The Lightning

Para ouvir online basta dar play, para fazer o Download, clique com o botão direito do mouse em “Download” e vá em “Salvar Link Como”.

podcast101

No 101º episódio do Podcast mais Rock’n Roll da internets, Metal, Daniel, Douglas e Murilo conversam sobre o segundo álbum do Metallica. Aprenda a falar sobre morte. Conheça o vocalista revoltado. E descubra como fazer thrash.

Duração: 57 minutos.

Clique AQUI para comprar o Ride The Lightning no Seu Saraiva!

Arte da Vitrine: Talles Garcia.

Comentado durante o podcast:

Podcast #60 – Quem Não Curte Da Like.

Coleção de álbuns do ouvinte Wildsley Mathias.

Discurso de Alex Lifeson do Rush no Rock’n Roll Hall Of Fame.

Trilha sonora do podcast (na ordem):

*Metallica – Fight Fire With Fire
*Metallica – For Whom The Bell Tolls
*Metallica – Fade To Black
*Metallica – Ride The Lightning
*Metallica – The Call Of Ktulu
*Metallica – Escape
*Metallica – Creeping Death

Inscreva-se no canal do youtube do Crazy Metal Mind:

Crazy Metal Mind no Youtube.

Assine o Crazy Metal Mind no iTunes:

iTunes do CMM.

E-mail para ser lido no ar:

crazymetalmind@crazymetalmind.com ou “Fale Conosco

E-mail dos podcasters:

metal@crazymetalmind.com

daniel@crazymetalmind.com

douglas@crazymetalmind.com

murilo@crazymetalmind.com

cassiano@crazymetalmind.com

mendes@crazymetalmind.com

Fan page no facebook:

Fan page no Facebook

Twitter:
@crazymetalmind
@iserhard
@awarerocks
@douglasrenner
@CassianoBecker

ROCKet #02 – O Maior Sucesso do Rock

 

Conheça o álbum mais vendido do Rock e segundo mais vendido da história da música!

Não esqueça de avaliar o vídeo e se inscrever no canal do Crazy Metal Mind!

13 – O começo do fim?

Por Douglas Renner.

BlackSabbath13

Prezados leitores, do melhor site de rock e heavy metal das galáxias, de todos os tempos e de todos os universos, coloco aqui, minha opinião sobre o tão esperado álbum 13, do Black Sabbath.

A boataria começou em 2011, após o falecimento de Ronnie James Dio, acabando com o projeto Heaven and Hell, (nome que o Sabbath usava com este vocalista, devido ao processo movido por Sharon Osbourne), após esse trágico acontecimento, começaram a surgir rumores do retorno de Ozzy aos vocais, alimentando o sonho da reunião com o restante do grupo.

Entre os contatos dos membros da banda e a produção do álbum, aconteceram muitas coisas, como a saída do baterista Bill Ward, o câncer de Tony Iommi, a escolha dos produtores, enfim, felizmente o disco saiu, e aqui vamos discorrer sobre as faixas.

A faixa de abertura “End of the beginning” define a forma de participação de Ozzy para o álbum, não teremos muitos agudos, predominando uma sonoridade sóbria, sem vocais “riffados” ou riffs “cantados”. Tony Iommi manda um riff pesado e lento, que por vezes lembra a sonoridade do “Master of Reality”. Este foi o segundo single do álbum, tocado pela primeira vez durante o último episódio da 13ª temporada do CSI, onde a banda fez uma participação especial.

God is Dead? continua, com a mesma “levada” da primeira faixa, aqui destaco a presença do baterista Brad Wilk, o qual teve a árdua missão de substituir o batera original da banda. A baquetas são mais presentes, o baixo e a guitarra são mais rápidos, estrategicamente mais lentos quando há o vocal do príncipe das trevas. Há uma certa polêmica nesta faixa, principalmente devido ao conteúdo religioso da sua letra, algo típico da banda. A evolução da música, com diversas variações de Butler, o solo de Iommi e o vocal mesclando clássico e atual de Ozzy, resultam numa faixa comprida, mas muito interessante. Este foi o primeiro single do álbum, lançado em 15 de maio de 2013.

Uma intro perfeita, um riff pegajoso, um vocal fácil, essa é Loner, a qual parece ter sido feita sob encomenda para os fãs da primeira fase do Black Sabbath. Mais uma vez, o solo de Iommi é destaque, este encerra a terceira faixa com perfeição .

Em Zeitgeist, temos uma sonoridade que aproxima a faixa de uma “balada”, um violão, percussão lenta, vocais distorcidos e um solo simples. Na quarta música do 13, não temos meio termo, ou você gosta de ouvir uma música menos intensa, ou odeia, por querer algo mais próximo do heavy metal clássico da banda.

Na quinta música do álbum, retornamos com uma pegada parecida com os últimos álbuns solo de Ozzy Osbourne, a marca que diferencia ele é exatamente a presença de Iommi, que não nos deixa esquecer que o 13 é da banda. Em alguns momentos, especificamente a partir da metade da faixa, tenho a sensação de que a banda está fazendo um som que remete ao rock progressivo, e dos bons, com Geezer Butler impregnando sua marca com um baixo forte e constante.

Live Forever, por vezes lembra a fase oitentista do Sabbath, principalmente pelo riff que remete a Zero the Hero do clássico Born Again, particularmente aqui, penso que os vocais não ficaram a altura do instrumental da faixa, talvez um riff cantado se encaixasse melhor com a guitarra.

Em Damaged Soul, temos a fórmula adotada para esse disco do Sabbath, não há a virtuosidade e velocidade instrumental, nem o vigor e a vivacidade dos vocais, mas a presença de um heavy metal moderno, com uma letra narrando uma batalha entre o homem, Deus e Satanás, mais uma vez, típico da banda.

Querido padre encerra o 19º álbum de estúdio desse ícone do rock chamado Black Sabbath, em Dear Father, temos algo alcançado apenas em “Loner”, uma sonoridade mais clássica, com várias passagens que lembram os primeiros discos da banda. Talvez por ser a última faixa, temos um Ozzy mais ousado, principalmente da metade para o final, onde Iommi e Butler estão impecáveis.

Ainda tivemos lançamentos das faixas bônus Methademic, Piece of Mind e Pariah, as quais mantém a qualidade já registrada anteriormente.

No 13, que possui este nome por causa do ano 2013 e porque o álbum teria 13 faixas, obtemos a amostra da evolução da banda, acompanhando as tendências atuais do gênero e finalmente o retorno de Ozzy ao Sabbath, algo que para muitos era algo impossível de acontecer.

O disco possui pequenas referências a sonoridade clássica dos anos 70 e 80 da banda, mesmo sem a dimensão esperada por muitos fãs xiitas, entretanto é inegável a qualidade resultante deste trabalho. A falta de Bill Ward deve ser destacada, todavia, o baterista contratado Brad Wilk mostrou competência, mesmo parecendo por vezes muito discreto. Enfim, vale a pena conferir este marco na história do heavy metal e da música, aproveite sem moderação!

Let’s play HEAVY METAL!

 Page 14 of 52  « First  ... « 12  13  14  15  16 » ...  Last »