5 Boas Biografias

Data: 15/09/2015

Por Rômulo Metal.

E aí, Headbangers, Hippies, Grunges, Punks, Góticos e pessoas de merda que leem essa bagaça! Hoje vim falar de algo que ando consumindo bastante ultimamente e que curto muito. Indicarei biografias de artistas. Como costumo dedicar pouco tempo para a leitura, opto 80% das vezes por biografias, pois o conteúdo vai ser mais útil para o site/podcast Vou falar um pouco de algumas que li:

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“I’ am Ozzy” foi a primeira que devorei. Recomendo fortemente para todo mundo, até mesmo para quem não é fã de heavy metal. A vida do madman é uma maluquice atrás da outra. O livro traz várias histórias e curiosidades, sem falar dos fatos clássicos da vida do príncipe das trevas, que aqui, são narrados do ponto de vista dele e não da imprensa. Nota: divertidíssimo!

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“Slash” é outro livro recheado de curiosidades e passagens bacanas, principalmente porque as histórias de bastidores do Guns n’ Roses não costumam ser tão disseminadas por aí quanto as do Ozzy. Pra mim este livro trouxe mais novidade do que o anterior. Ponto negativo é que ao contrário de Ozzy, Slash ao ficar drogado não saia aprontar por aí, e sim desmaiava em algum canto. Nota: interessante!

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“Life” foi a biografia mais fraca que li até hoje. Obviamente também possui muitos fatos bacanas e interessantes, afinal, conta a trajetória de um dinossauro do Rock, porém a narrativa é arrastada. Foca MUITO, eu disse MUITO, na parte musical e teórica. Se o leitor for guitarrista irá aproveitar absurdamente mais. Do meio em diante ela fica mais agradável e menos maçante. Nota: não toco guitarra! Parte logo pro que interessa!

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“Nothing’ To Lose” é MUITO interessante (e não é só porque sou muito fã de Kiss). Diferente das demais, o livro conta o início da banda com depoimentos de todos os envolvidos. É como se você estivesse lendo um documentário. Músicos (inclusive de outras grandes bandas), roadies, produtores, empresários, amigos, familiares, todos contando acontecimentos e suas versões sobre cada detalhe dos primeiros anos do grupo. Uma pena o livro só cobrir até o ano de 1975. Nota: façam mais edições com o resto da biografia da banda!

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“O Barulho da Minha Cabeça te Incomoda?” é uma das melhores deste post. Estou lendo-a, ainda não terminei, me encontro exatamente no meio. Porém, já se destacou loucamente das demais. Steven Tyler narra sua vida sem se preocupar muito com a ordem cronológica, deixando assim a leitura menos cansativa, não tendo 200 páginas iniciais com a infância do músico. Ela parte logo para o que interessa, e o Aerosmith tem muita curiosidade pra contar, que assim como o Guns, não são tão evidentes, logo, cada página é uma novidade. Nota: não incomoda, Steven! Pode fazer mais barulho ainda!

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