Slash e Gilby vem aí!

Data: 03/03/2015

Por Daniel Iserhard

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Tá chegando a hora! Em poucos dias Slash estará novamente no Brasil. E dessa vez com um PLUS A MAIS: quem abre o show dele por aqui é o ex-guitarra base do Guns N’ Roses, Gilby Clarke.

Antes de me aprofundar no assunto, é obrigatório dizer que estamos todos felizes e contentes com a presença do Gilby, um carinha que saiu do Guns e fez um disco bem bacana chamado "Pawnshop Guitars" e que todos deveriam conhecer.

Então o ingresso já vale por 2.

As datas aqui na república da Dilma são a seguintes:

14/03 – Rio de Janeiro@Fundição Progresso
15/03 – Belo Horizonte@Galopeira
17/03 – Brasilia@net Live
19/03 – Curitiba@Master Hall
20/03 – Porto Alegre@Pepsi on Stage
22/03 – São Paulo@Espaço das Américas

Pra saber mais informações sobre compra de ingressos -> http://freepass.art.br/shows/slash-no-brasil-2015/

Obviamente ninguém por aqui sabe como será esse show, mas é bem provável que seja NO MÍNIMO tão bom quanto foi o último, acompanhado de perto por nós aqui em Porto Alegre, no Pepsi On Stage.

Sobre isso, nosso colega e bailarino, Murilo Armageddon, fez um belo post pós-show de 2012:

http://crazymetalmind.com/2012/11/22/been-here-finally-slash-em-porto-alegre/

Eu se fosse vocês leria. Se ainda resta alguma dúvida do porque vale a pena gastar suas suadas dilmas pra ir, NÃO MAIS RESTARÁ.

E, fazendo uma (outra) auto-propaganda, também é obrigatório ouvir esse belo PODCAST por nós produzido e que cobre a carreira do nosso querido moita, Saul Hudson. Descubra o que há em baixo da cartola. Aprenda a fazer rock’n roll por toda a vida, independente dos músicos a sua volta.

http://crazymetalmind.com/2012/11/04/podcast-65-slash/

A nova tour foi IMPULSIONADA pelo mais recente disco, lançado em 2014 e chamado World on Fire, ou MUNDO EM CHAMAS (e não tem nada a ver com aquecimento global) e promete não decepcionar, já que o álbum é de grande valia.

Slash trabalhou um mais do mesmo em relação ao último disco, mas que não deixa a PETECA CAIR. É bom do começo ao fim, mesmo com o nosso amigo Myles cantando insistentemente pelo nariz.

Aliás, sobre isso é bom colocar que ao vivo, o vocalista é muito melhor que em estúdio e, quando canta as músicas do Guns também não deixa a desejar.

É um álbum repleto de amor e riffs, muitos riffs que ficam carimbados na mente.

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