Bad Religion

Data: 12/03/2014

Por Paolla Dias.

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Estavam com saudades? Voltando para, literalmente, mostrar que punk rock não é só pro seu namorado! Hoje não escreverei sobre moda, mas sim, sobre uma das minhas bandas favoritas desde a pré-adolescência: Bad Religion!

Surgiu em Los Angeles nos Estados Unidos em 1979, os primeiros integrantes foram Brett Gurewitz (guitarrista), Greg Graffin (vocalista e o único que nunca saiu da banda), Jay Bentley (baixista) e Jay Ziskrout (baterista). Hoje com 16 álbuns de estúdio, é conhecida mundialmente como uma das bandas (para não dizer a mais) influentes e importantes de Punk Rock, já que está ai, firme e forte a mais de 30 anos. Atualmente, a banda é composta por 3 integrantes da formação inicial: Gregg Graffin, Brett Gurewitz e Jay Bentley. Há também Brian Baker, guitarrista desde 1994, Mike Dimkich, mais novo integrante da banda, também guitarrista e Brooks Wackerman, baterista desde 2001. As letras têm fortes críticas sociais provocantes, como American Jesus, uma das músicas mais conhecidas da banda (e com certeza vocês já ouviram por ai).

 

 

Enfim, quiserem saber mais sobre a história da banda e fofocas, procurem no Google. Agora irei falar de dois álbuns: Suffer de 1988, o qual tenho um carinho especial por ter sido o primeiro que ouvi e me fez virar fã da banda (vai que funciona com mais pessoas e arrecado mais fãs), e o mais recente lançado em 2013, True North. Escolhi falar também dele para que quem não acompanha, ou simplesmente não conheça, veja (ouça) como a banda se encontra hoje. Apesar de todos esses anos de estrada, os ‘tiozinhos’ dão um caldo e um banho de punk rock na juventude e vocês concordarão comigo.

Seguindo a ordem cronológica, para não virar bagunça, Suffer, como já disse, foi lançado em 1988 e é o terceiro álbum da banda. O álbum causou na época um grande impacto para a cena punk do sul da Califórnia, já que há muito tempo vinha decaindo. Com 15 músicas gravadas a baixo custo no estúdio do Brett Gurewitz, foi considerado como o “Melhor Álbum do Ano” pelo Sputnikmusic (site de crítica e novidades musicais). Também foi nomeado o álbum de rock mais influente de todos os tempos pela revista britânica Kerrang!

Muitos creditam as músicas “You Are (The Government)” e “Do What You Want”, como as melhores do álbum, não tiro a razão, mas minha preferida é “Give You Nothing”.

 

 

True North, lançado ano passado (2013), até o presente momento só teve críticas positivas. Nas letras é possível notar as criticas ao governo, cristianismo e a sociedade americana, escritas (na maioria) pelo Gregg Graffin. Mas algumas músicas também fogem desses temas e tratam de outras questões como: alienação e perdas, como esclarece Graffin, por exemplo, sobre a música que leva o título do álbum:

“A canção foi escrita a partir da perspectiva de um garoto que está fugindo(…). Ele diz: Vou embora daqui, estou fora para encontrar o verdadeiro norte. Trata-se de reconhecer que você não se encaixa e está tentando encontrar uma verdade e propósito. Estes são todos temas clássicos do punk”.

 

 

Vou me encerrar por aqui, se não falo álbum por álbum e vão reclamar que meus posts sempre são extensos demais (sim, direta para ti Rômulo, vulgo Metal). Como disse, é uma das minhas bandas favoritas e me emociono e ‘tagarelo’ sem limites se me deixarem. Mas logo gravaremos um podcast sobre, fiquem tranquilos!

Dúvidas, sugestões, críticas, pedidos de conteúdos a serem escritos serão aceitos! Mas sem mimimis nos comentários se não rola chinelada, já aviso!

Até a próxima!

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